"...Por eu ser assim
Se eu sou muito louco
Por eu ser feliz
Mais louco é quem me diz
E não é feliz... Eu sou feliz!"
Mistura de vida, ficção, música e loucura.
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Independence Day
Enquanto isso espero o resultado do vestibular q fiz no último sábado. Terceira vez tentando uma bolsa prá fazer Enfermagem. Sei não, mas 3 sempre foi meu número de sorte. Quem sabe?...
Ai, minha Nossa Senhora das Bolsas Universitárias... O resultado é amanhã!
Até lá com notícias...
Ia'Orana!
domingo, 23 de agosto de 2009
Acho q não é bem isso...
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Coisas q não consigo entender...
É engraçado como nos acostumamos com a loucura. Tentamos nos livrar dela a todo custo, na vã esperança de nos tornarmos como os outros... Daí, qndo chegamos perto da lucidez, tudo parece pálido. Pálido assim, sem cor. Apatia pura. Olho prás pessoas na rua e penso se a vida de todo mundo é assim... Acho q a única diferença é como os outros aceitam essas coisas da vida... Tudo normal deveria ser legal, mas meu olhar só enxerga apatia. Será assim com mais alguém??
O lítio me deixou assim, equilibrada. Mas equilibrada demais. Apática. Não, não me sinto deprimida, apenas conformada com as coisas da vida, mesmo com algo pulsando bem lá no fundo de mim, totalmente inconformada com essa conformação. Equilíbrio estranho... Q parece não se encaixar em mim. No q me encaixo então?? Essa insatisfação é o q me devora por dentro... Não lutei e luto tanto por esse equilíbrio?? Agora parece q vivo a vida de outrem, e q simplesmente, "tá tudo bem". E não era prá ser assim? Pq meu âmago implora pelo retorno da loucura????...
Vai saber...
Ia'Orana!
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
A loucura da mulher
Nem ela, caríssimos, nem ela.
Existe mulher cansada, que é outra coisa. Ela deu tanto azar em suas relações que desanimou. Ela ficou tão sem dinheiro de uns tempos pra cá que deixou de ter vaidade. Ela perdeu tanto a fé em dias melhores que passou a se contentar com dias medíocres. Guardou sua loucura em alguma gaveta e nem lembra mais.
Santa mesmo, só Nossa Senhora, mas cá entre nós, não é uma doideira o modo como ela engravidou? (não se escandalize, não me mande e-mails, estou brin-can-do).
Toda mulher é doida. Impossível não ser. A gente nasce com um dispositivo interno que nos informa desde cedo que, sem amor, a vida não vale a pena ser vivida, e dá-lhe usar nosso poder de sedução para encontrar "the big one", aquele que será inteligente, másculo, se importará com nossos sentimentos e não nos deixará na mão jamais. Uma tarefa que dá para ocupar uma vida, não é mesmo? Mas além disso temos que ser independentes, bonitas, ter filhos e fingir de vez em quando que somos santas, ajuizadas, responsáveis, e que nunca, mas nunca, pensaremos em jogar tudo pro alto e embarcar num navio-pirata comandado pelo Johnny Depp, ou então virar uma cafetina, sei lá, diga aí uma fantasia secreta, sua imaginação deve ser melhor que a minha.
Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascina a todos.
Todas as mulheres estão dispostas a abrir a janela, não importa a idade que tenham. Nossa insanidade tem nome: chama-se Vontade de Viver até a Última Gota. Só as cansadas é que se recusam a levantar da cadeira para ver quem está chamando lá fora. E santa, fica combinado, não existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazeres da inquietude, que não deseje mais nada? Você vai concordar comigo: só sendo louca de pedra."
(Martha Medeiros)
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Amor Maior - Jota Quest
Mas comigo só
Eu não consigo
Eu quero ficar junto
Mas sozinho assim
Não é possível...
É preciso amar direito
Um amor de qualquer jeito
Ser amor a qualquer hora
Ser amor de corpo inteiro
Um amor de dentro prá fora
Um amor que eu desconheço...
Quero um amor maior
Um amor maior que eu
Quero um amor maior, yeah!
Um amor maior que eu
Então seguirei
Meu coração até o fim
Prá saber se é amor
Magoarei mesmo assim
Mesmo sem querer
Prá saber se é amor
Eu estarei mais feliz
Mesmo morrendo de dor, yeah!
Prá saber se é amor
Se é amor
Quero um amor maior, yeah!
Um amor maior que eu
Quero um amor maior, yeah!
Um amor maior que eu"
quinta-feira, 16 de julho de 2009
To na fase "down"...
Sabe qndo tem dias q cansa?? Pois é, essa coisa de ser bipolar me cansou, já. Nunca fui lá mto "normal", e talvez por isso, por agora estar me tratando e tudo, q não consigo aceitar essas modificações de humor sem sofrer mto. O q piora a depressão. Como cortar o círculo vicioso?...
Mas a esperança ainda é a última q morre... Tenho q crer nisso...
Ia'Orana!
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Esquizofrenia
Desesperada, ela apontava para a janela, logo ao lado da tv ligada no noticiário local, e tentava se esquivar de algo q o marido e uma outra parente não entendiam.
Não entendiam pq não viam.
Assim começou minha vida. Mas nenhum dos 3 personagens sabiam disso. Eu era um embrião e já estava às voltas com a loucura...
Fora as estórias contadas mais tarde, prá me atingir com a ilusão de me fazer "me comportar": as quedas de barriga da minha mãe. A intenção dela, pelo q dizem q ela dizia nas crises, era se livrar de mim.
Por mtos anos me senti culpada, achando q fora eu q trouxera a doença para minha mãe, mas depois, com a proximidade q a minha doença causou entre nós, fiquei sabendo q minha mãe tem esquizofrenia desde a adolescência.
Receber o diagnóstico de bipolaridade foi assustador, mas redentor de alguma forma. Mágoas antigas foram deixadas prá trás com a compreensão dos fatos, além da ponte q todo o tratamento psicológico e medicamentoso construiu entre minha mãe e eu. Por um lado, é triste q mãe e filha tenham a insanidade como maior ligação, no entanto, antes a doença q une do q a doença q separa. Era o q a esquizofrenia era prá mim: uma barreira entre minha mãe e eu. Pelo menos até eu ver-me tbm às voltas com psiquiatras e etc.
Hj pela manhã,ao programa Mais Você, na Rede Globo, e o tema de uma das reportagens e entrevista foi a esquizofrenia. É sempre reconfortante se identificar com alguém, e ouvir as estórias de pessoas q foram tbm atingidas pela esquizofrenia de seus parentes não é diferente. Agora, fiquei pensando nas minhas filhas: têm uma avó esquizofrênica, uma mãe bipolar, e uma delas apresenta déficit de atenção. Q futuro as aguarda?...
Temo por elas e por mim mesma. Pq a culpa - tão natural no papel de mãe - é ainda mais doído qndo descobrimos q nossa herança genética deu aos filhos uma deficiência de presente. Sei disso pq vi nos olhos de minha mãe...
Ia'Orana!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Coincidências???
No Espiritismo, "não há coincidências".
Mas na minha mente, "será q não?" e se não, "por quê, afinal?".
Ia'Orana!
terça-feira, 16 de junho de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Pensando, pensando...
Tenho uma ligação mto forte com o espiritualismo. Principalmente com o q chamam de "kardecismo", por ser uma fé raciocinada. Nem tudo de ruim ou bom q se acontece pode ser levado pro lado espiritualista, mas mta coisa, se vc pára prá pensar, tem a ver. Tenho feito tratamento num posto espírita, juntamente com o tratamento medicamentoso, e ultimamente tenho a sensação de não saber se o q preciso é de mais remédio ou de mais espiritualismo...
Já foi identificada minha mediunidade há um tempo atrás; eu cheguei até a começar a estudar, mas qndo se começa, não se deve parar do nada, como eu fiz. Resultado: uma baita crise, q me levou à emergência psiquiátrica mais próxima de casa. O negócio é q eu não to aguentando mais tanta sonolência por causa dos remédios, nem os formigamentos constantes no topo da cabeça e na nuca. Comprei um livro q achei sem querer nas Lojas Americanas do James Van Praagh (autor do tbm ótimo "Conversando com os Espíritos"), q me pareceu uma tábua de salvação. Chama-se "Espíritos entre Nós" e dá umas dicas boas de proteção contra influências negativas.
Confesso q tudo se agravou com o acidente aéreo do Air France. Logo q recebi a notícia, tive a visualização da queda, vi algumas pessoas lá dentro meio q sendo "jogadas" por dentro do avião, e visualizei principalmente 6 crianças. Me abalou mto confirmar a informação de q eram 6 crianças dentro do avião. E toda vez q assistimos notícias sobre o incidente, algo acontece aqui em casa; ou eu tenho o forte formigamento na cabeça, crises de choro, coisas caem do nada como se quisessem me avisar de algo... Será q algum conhecido meu tava no voo e quer me avisar? De qualquer forma tenho, com afinco, tentado evitar as notícias sobre o assunto - o q tem sido bem difícil.
Enfim, do q preciso? Mais remédios ou mais espiritualidade?...
Ia'Orana!
