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quinta-feira, 31 de julho de 2008

Uma estória bipolar

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Achei esse vídeo no Youtube e me emocionei. Me fez reviver boa parte da minha própria estória (só q é em inglês, sorry...).

quarta-feira, 30 de julho de 2008

O q realmente somos?

Há uns dias atrás tive um sonho q me deixou perturbada. Era um encontro de velhos amigos, eu já tinha 34 anos e, conversando com os outros me dei conta de q àquela altura da minha vida não tinha realizado nada. Acordei voltando os 7 anos atuais e repensando minha vida. Eu não costumava pensar assim aos 20 anos, pelo contrário, achava q fazia mtíssimo prá idade q eu tinha. Mas o problema das crianças prodígio, é q elas crescem. E perdem sua graça. Teria eu q fazer coisas cada vez mais magníficas para evitar esse sentimento de falta de realização?

Hj é dia de terapia e fui no ônibus pensando em algo prá dizer, pq estava totalmente sem assunto. Lembrei desse sonho e foi a forma q encontrei para iniciar o diálogo com a psicóloga. Me dei conta de q faço mtos projetos, mas q eles só me reluzem enquanto estão lá, na estante. Na hora de pô-los em prática, simplesmente entro em pânico! Pq me saboto tanto? E não é por falta de capacidade não, nem auto-confiança, nem de conhecimento dos próprios talentos; é simplesmente pq parece q tudo perde a graça prá mim qndo está em via de acontecer. Já na saída do consultório, a psicóloga me disse algo q pareceu me nortear (ou desnortear) pelas ruas, ao voltar prá casa: "mta gente não consegue lidar com o medo de falhar, vc simplesmente precisa aprender a lidar com o medo de dar certo!".

Pq alguém pode ter medo de dar certo??? Acho q a pergunta agora q emerge com mais urgência é: como me livrar desse medo de dar certo? Pq, seja com 27, seja com 34, com q idade for, eu não posso passar o resto da minha vida dentro do casulo tendo medo de voar...

Cheguei em casa e me deparei com a revista Cláudia, pedindo prá ser aberta. Tinha um trecho do novo livro do Paulo Coelho q me fez pensar ainda mais:

"Mas o espírito não tem nome, é a verdade pura, está habitando aquele corpo por determinado período e um dia o deixará - sem q Deus se preocupe em perguntar: "Quem é vc?" qndo a alma chega diante do julgamento final. Deus perguntará apenas: "Vc amou enquanto estava vivo?". A essência da vida é esta: a capacidade de amar, e não o nome q carregamos em nossos passaportes, cartões de visita, carteiras de identidade. Os grandes místicos trocavam seus nomes e às vzs os abandonavam para sempre. Qndo perguntam a João Batista quem ele é, diz apenas: "Sou a voz q clama no deserto".(...)"

E a minha voz, clama pelo q?
Ótima semana a todos!
Ia'Orana!

quinta-feira, 24 de julho de 2008

"A boca fala do q o coração está cheio"

Costumam dizer q qndo vc aponta um dedo para alguém, há outros 3 dedos apontados prá vc. Com o tempo e com a vida fui aprendendo q isso é mto certo. Pode reparar!!! Se alguém fala de outra pessoa q ela é inconveniente, desonesta, falsa ou até mesmo feia ou gorda, mtas vzs ficamos espantadas pq a pessoa "acusadora" é a q mais demonstra os mesmos atributos! Na verdade, a própria psicanálise já estudou isso há mto tempo. Sempre q o defeito de alguém nos incomoda, é pq na verdade reconhecemos os mesmos defeitos q estão dentro de nós. Com isso aprendi bastante, como qndo alguém me incomoda mto, ao invés de me voltar contra essa pessoa, reflito melhor sobre o q aquilo quer dizer sobre mim, o q tem me trazido mto mais sabedoria. E qndo alguém (ainda q rarissimamente) me acusa de algo, não me agasto mais com isso, pq na verdade, essa pessoa está querendo pôr prá fora o q há de mais óbvio em si mesma, está apenas me usando como espelho. E quem sou eu prá salvar (quem não quer ser salvo)??

Afinal:
"(...) Mais louco é quem me diz, e não é feliz...
Eu sou feliz!" , já diziam Os Mutantes.

Ia'Orana!

domingo, 20 de julho de 2008

A "Liberdade-Saudade"

Visitei recentemente o bairro da Liberdade em SP, e, como se não fosse emocionante o suficiente conhecer este bairro no ano do centenário da imigração japonesa (sim, admito q sou piegas e amo mitologias e tradições, ainda q não as acredite), tbm era o 30º Tanabata Matsuai (ou Festival das Estrelas). Estava tudo tão lindo, decorado, pessoas pendurando papéis coloridos com desejos escritos em ramos de bambu, enfim, pura emoção de viver uma tradição num "mundo" tão "diferente".

É impressionante como os costumes orientais se diferenciam tanto dos nossos ocidentais. O próprio café-da-manhã no Hotel Matsubara confirmava. Em meio a cafés-com-leite e pães-com-manteiga e/ou geléia, bolos de arroz e sopas.

Mesmo assim, ainda q as diferenças sejam enormes, somos o mesmo mundo. Ainda q tentemos separar as coisas, tudo faz parte de apenas uma realidade: A Q VC VIVE.

Sabe, andei um pouco deprimida depois de andar repensando algumas coisas da minha vida - talvez para ter assunto prá conversar com a terapeuta: passei minha vida toda buscando quem realmente sou??? MENTIRA!! Essa é uma verdade q eu nunca quis encarar de frente! Foi difícil olhar prá mim mesma e me dar conta de q vivi em universos paralelos, onde aquilo q todos chamam de "realidade" se dissolvia completamente e amigos imaginários vinham me visitar, sem q eu me desse conta. Qntas vzs, na adolescência, fui surpreendida pelos meus pais falando sozinha em inglês (claro q meus amigos imaginários são estrangeiros, pq sou mto chique, rss)? E qntas vzs assumi a mim mesma o q estava acontecendo? NUNCA! E derrepente me vejo, hj, tentando digerir esse fato. Tudo aquilo q vivi foi mentira? Os afetos e coisas q conquistei, as risadas, a sensação de amparo qndo eu estava triste, tudo não passou de loucura da minha cabeça?? "Louca!", cheguei a dizer a mim mesma, "certamente já deveria estar num manicômio há mto tempo!!". O louco é sempre o último a saber... E chorei, chorei até poder me esquecer de q metade do q vivi da minha vida eram mentiras q eu mesma criei (criei mesmo?).

Mas o q doeu mais nem foi essa facada em meu próprio orgulho. Foi relembrar de tudo q passei com meu "melhor amigo imaginário", lembrar da vontade de dar um abraço nesse amigo e não poder. Já sentiu saudade do q não existiu? Pois é, dói pacas.

Só q, apesar de tudo isso, acordei no dia seguinte me dando conta q a nossa vida nada mais é do q aquilo q a gente VIVE, seja "real" ou "imaginário", até pq a nossa realidade é aquilo q vivemos no coração. E no MEU CORAÇÃO tudo foi e é real, pq foi a realidade q eu criei prá mim. Não posso negar a mim mesma os personagens q fizeram parte da minha vida, e na verdade, nem sei se quero expulsá-los. Parece q ainda sinto o calor de suas companias, e ainda sussurro algo a eles, mas AQUELE abraço, ainda faz falta...

Ah!! Nem contei a lenda do Festival das Estrelas! Vou tentar resumir: Orihime (representada pela estrela Vega) se casou com um rapaz (a estrela Altair) mas de tão apaixonados, deixaram por fazer suas tarefas normais. Então, o pai de Orihime, um poderoso deus do reino celestial, determinou q eles vivessem separados e só se reencontrassem uma vez por ano, no sétimo dia do sétimo mês, mas apenas se seguissem suas tarefas no resto do ano.

E assim é o Tanabata Matsuri: todos comemoram o encontro da estrela Vega e da estrela Altair através da Via Láctea. E acho q por conhecer a lenda, toda a festa q assisti se tornou ainda mais bonita. É difícil acreditar q 2 estrelas "apaixonadas" esperem por um ano inteiro para se encontrar, não é? Bem, isso no q chamam de "mundo real". Q grande ilusão: real é o q vivemos, por dentro ou por fora de nós, ainda q não condiga com a opinião alheia.

E assim vivi, amei, aprendi, chorei, busquei, existi. Ainda q em meu Universo Particular.

E ainda ganhei 2 novos amigos: Vega e Altair. Tem coisa melhor?

Ia'Orana!

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Enfim, saí da Sibéria!!

Enquanto uns se agastam com minha pessoa, minha vida segue em frente e prá cima, de forma melhor do q eu poderia esperar...

Deus é bom, mto bom. Como eu costumo dizer, ele é tão bom q às vzs me deixa entrar - eu q nem mereço - na área VIP dEle.

Não preciso mais de linha prá discar e blogar. Tenho banda larga. Veio assim, hj de manhã, quase q não esperada ou desejada na minha vida! E tem tantas outras coisas me acontecendo, se desenvolvendo pra resultados tão bons q quase posso sentir um sol bem aqui, entre meus braços, posso até sentir seu calor!

Por isso gosto tanto do Espiritismo. Além de ser uma fé raciocinada, ela tbm nos promete (assim como o próprio Espiritismo foi prometido pelo Cristo como Consolador) q um dia na face da Terra só haverá pessoas de bem, q vão se ocupar apenas em fazer e pensar no bem do próximo. E assim alcançar êxito tbm.

Ia'Orana!

terça-feira, 8 de julho de 2008

Fim da linha

Não, ainda não é desta vez q desisto desse blog. A questão é mais técnica do q qualquer outra coisa. Eu fico aqui, com um turbilhão de coisas prá botar no blog... Mas estou sem internet. :/ Então vou anotando, anotando... A linha em questão é de telefone mesmo. Sem telefone, internet discada nem pensar, né... Fazer o q? Um dia eu saio da Sibéria. ;)

Bjks a todos com paciência prá ler esse blog e continuem comentando, q eu vou dar um jeitinho de ver como as coisas estão...

Ia'Orana!

P.P. (Prá Pensar): "O que preferes: a loucura sábia ou a sanidade tola?" (Dom Quixote)

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