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sábado, 30 de julho de 2011

A Páscoa da Fênix

A quem devo agradecer? Anjos q trazem outros anjos? Q nome têm aqueles q trazem a revolução qndo se pede a cura? Resgato minha própria vida aprendendo a preservá-la. Mas quem deseja a preservação diante dos sentimentos mais profundos?? Falei q ia me jogar de bungee-jump... Esqueci q valsa é dança q se dança a dois. Mas já nem ligo mais. Meu coração dança sozinho e nem espera mais nada.

Só queria saber a quem remeto este meu agradecimento, por ter recebido a salvação de forma tão imediata, intensa, ao mesmo tempo q confusa. Confusa pq mtos mistérios do Universo ainda desconheço, o q dá margem a imaginar q tudo é coisa da minha cabeça. Às vzs é melhor deixar assim mesmo... Mas já não sou a única a buscar a Verdade velada.

DEUS, assim como meses atrás vim aqui implorar pelo meu renascimento, volto prá agradecer por ter me atendido. Pq consigo ressurgir dentro das dúvidas como a própria Fênix. Obgda até por ter esboçado o encontro mto antes, mesmo sabendo q não era a hora. Obgda por ter sido agora a hora certa. Obgda por hj eu poder celebrar esta data.

Obgda pelo anjo de Olhos Mediterrâneos...

Ia'Orana!

terça-feira, 19 de julho de 2011

"Meu Filho Bipolar"

Esse é o título do programa especial q o canal Discovery Home & Health (canal 55 na Net) vai exibir dia 31/07, às 23 hs. 


Não, não estou ganhando nada com a propaganda, juro! rsss... Mas é q a propaganda q vi anunciando o programa me emocionou.

Só quem tem filho bipolar sabe o q é. Ouvir dos outros - direta ou indiretamente - q vc q fez tudo errado, mimou demais a criança, é permissiva demais, etc, não é mole. Isso antes de ter o diagnóstico. Nessa época, até eu mesma já tinha chegado à conclusão de q eu era a falha em pessoa, e q talvez o fato de ser uma mãe bipolar teria contribuído para as malcriações da minha caçula. Ok. Mas e a minha filha mais velha?

A "louca" aqui criou a primeira filha com o mínimo de influência exterior possível - eu até diria nenhuma, mas faz parte do meu dia-a-dia me controlar prá não ser radical. Quem é mãe sabe q todo mundo tem palpite prá tudo, e qnto mais intimidade a pessoa tiver, pior. Imagina eu, grávida aos 19 anos, com uma mãe q já costumava dizer q eu não tinha competência prá nada! Claro q se eu pudesse faria de tudo prá não ter engravidado tão nova, tão perdida na vida. Mas enfim, aconteceu. E foi a melhor coisa q poderia ter me acontecido. Pq provei prá minha mãe (e prá qualquer outra pessoa) q eu era capaz SIM de criar um filho, e eu era tão "mãe-leoa" q depois de ter passado o primeiro mês de vida da minha filha no hospital, trouxe-a prá casa e minha mãe chegou a se intimidar a chegar perto dela. Nunca proibi não, mas minha própria mãe tinha medo de segurar minha filha no colo. Ela disse q sentia insegurança, ainda mais me assistindo tão segura nas tarefas diárias. E assim a vida seguiu.

Depois de 4/5 anos quis ser mãe novamente. Dessa vez tudo milimetricamente planejado. Achei q seria fácil, pq tinha sido tão "facil" da primeira vez... Agora com mais experiência seria moleza, né?

NÃÃÃÃÃ!

Sempre me perguntei pq com a caçula era diferente. Conseguir q ela me obedecesse era um suplício. Todas as técnicas q eu já tinha usado na primeira vez tinham falhado. Super Nanny tbm. Apelei a ouvir os outros. PIOR AINDA!! Qndo ela estava com 4 anos, estava arrumando umas revistas CRESCER antigas pois ia me desfazer delas. Por obra do acaso (ou não), me deparei com uma matéria q falava de TDAH. Comprei tbm o livro "Mentes Inquietas", da psiquiatra Ana Beatriz Barbosa (super-recomendo!!). Foi ali q tinha decidido levar minha filha a um neuropediatra, batendo de frente com opiniões como a do pai dela e da minha mãe (outras opiniões eu nem conto pq nunca dei ouvidos mesmo). Pq foi um alívio ver o depoimento de outras mães q se perguntavam as mesmas coisas q eu.

Bem, daí q a neuro diagnosticou as mudanças bruscas de humor, encaminhou a um psiquiatra, e o resto é estória. Hj minha filha toma Oxcabazepina e Risperinona. E é feliz como qualquer outra criança.

Mas foi difícil não cair na armadilha de acreditar nos outros q diziam q eu queria disfarçar minha incompetência materna dopando minha filha. Quem a vê brincando, não sabe q ela toma esses remédios, pq ela não fica dopada. Fica normal. Como qualquer criança, e é isso q me deixa feliz, satisfeita e orgulhosa.

Enfim, comecei a escrever, escrever, escrever, e acabei saindo do meu objetivo principal. Na verdade queria pedir para q TODOS assistam ao programa q a Discovery H&H exibirá, mesmo q não tenha consciência de crianças bipolares por perto. Se tiver, mais um motivo. Se for professor(a), pedagogo(a), médico (a), enfim, lide com crianças de alguma forma, vc tem OBRIGAÇÃO de assistir. Pq o TB existe e provoca mto sofrimento tanto no doente qnto nos q convivem. Tapar os olhos não fará o problema desaparecer. Imagine então um transtorno desses numa criança q não sabe se expressar??? Previnir problemas não só agora como no futuro é nossa responsabilidade de mães, pais e educadores.

Além disso nós, mães, nos sentimos aliviadas por outras mães conseguirem verbalizar nossa rotina qndo mtas vzs não conseguimos, até pq as pessoas mais próximas sempre têm uma resposta na ponta da língua contra vc. Só com a propaganda do programa, eu fui às lágrimas (tá bom, ando mesmo meio sensível, rsrsss). Mas dá certo conforto em saber q não somos os únicos do mundo com determinado problema.

Lembrando sempre de q é possível viver bem o Transtorno Bipolar! Basta tratá-lo, assim como faríamos se fosse uma diabetes, um problema no coração, etc...

Eu tenho Transtorno Bipolar, mas ele não me tem!

Quem vier a assistir o programa, deixe um comentário, ok??

Ia'Orana!

sábado, 16 de julho de 2011

"Onde Deus possa me ouvir"

Coisas bizarras q só acontecem comigo. Tem épocas da minha vida em q a espiritualidade vê q eu to me afastando, então joga milhões de situações na minha vida prá q eu não me esqueça q é prá lá q todos retornam, e q de alguma forma, tenho um compromisso com eles. Prá isso tenho q aprender tbm a completar as minhas próprias jornadas. E isso é confuso prá caramba...

Tem gente q desde criancinha já sabe q profissão seguirá. Crescem e realizam o q passaram a vida inteira anunciando. Acho bonito isso! Há uma consciência remanescente nas crianças de sua própria missão... Pena q lembramos mto pouco dessa fase. Pq a vida adulta nos ocupa por demais, e mtas vzs deixamos com q influências da sociedade nos invadam. Eu por exemplo: nunca soube ao certo o q seria qndo crescesse. E prá dizer a verdade, acho q ainda não sei... rsss... Achei q minha missão era a enfermagem, mas o destino tem me afastado cada vez mais... Talvez minha missão seja a de servir de outra forma. To me encaminhando, mas já sem mtas expectativas, pq a vida pode virar denovo a qualquer momento... Estou nas mãos da espiritualidade.

Engraçado q já na minha mais tenra infância, coisas "incomuns" aconteciam. Meus amiguinhos diziam o q queriam ser qndo crescer, e eu já sabia q minha missão era outra. Ao crescer achei q isso passaria, por ser "coisa de criança" mesmo... Das duas, uma: ou eu estou regredindo cada vez mais, ou esse tipo de experiência está realmente no meu destino.

E essas sensações estão cada vez mais fortes na minha vida. O duro prá mim é saber identificar cada acontecimento e seu porquê. Por exemplo: é difícil prá mim reconhecer qndo algo acontece pq tem uma mensagem a me passar, ou pq minha capacidade de captar ou fornecer algumas coisas fala mais alto. É tbm difícil de não ficar "achando coisas" qndo a gente já tem um certo estudo e conhecimento teórico, ao mesmo tempo q prá viver algumas coisas, precisei desse conhecimento prévio. Foi assim com minha primeira incorporação, algumas semanas atrás. E agora essas sensações... Visões, arrepios, sensações de gelar o corpo. Não consigo entender o q é bom ou ruim. Pq as vzs quero acreditar em algo q pode não ser a verdade. Maldita mania de romancear as coisas...

Estudar mais, ler mais, eis minha sina. E tentar meditar, desejando q as resposta surjam do vazio das tensões diárias. Não dá mais prá fugir.

Até pq, há outras vidas em jogo...

Ia'Orana!



quinta-feira, 7 de julho de 2011

Coincidências existem?...

I don't think so...

 

Para entender melhor, clique na Tag "Páscoa" no fim do post.
Pensando bem... Acho q nem com a tag vcs vão entender... rssss. Nem eu entendi ainda direito. Q os deuses nos iluminem, pq só eles mesmo...

Poema do nascer-do-sol

(ou "Poema do Sol Laranja") 

"Loucura é fitar tua nuca molhada e não poder tocá-la, sentir o cheiro e o sabor, nem me misturar no teu suor.
Pior ainda, loucura é não poder publicar, em doces versos descarados o desejo q inflama o centro do meu céu.
Chama louca q vive em mim, trazendo o nascer de um novo dia pela janela. Q não vê relógio ou calendário, nem se importa com nossos registros civis.
Ela só queima.
Mas queima só.
Quiçá na esperança de q isso um dia mude...
Quiçá, simplesmente inflama à revelia...
Mas queima. E quase dói. Pq ela tem q ser abafada pelas convenções."

domingo, 3 de julho de 2011

"Tudo era apenas uma brincadeira..."

(ou "Sexo, Verdades & Videoclipe")


E assim é, esse meu gênio infantil: gosto da sensação de estar no controle das coisas. Por isso meu impulso pelo tudo-ou-nada. E a vida as vzs necessita usar das situações mais complicadas prá me ensinar a ter calma... Mas calma real, não essa minha aparência...


E eu vejo algo se modificando em mim, se transformando e tomando minha vida e me assusto. Me diz q eu to errada!! Pq nunca senti antes! Vivi paixões efêmeras, amores longos, sentimentos de dependência, qndo a gente acha q não vai conseguir viver sem o outro, e achei q já tinha visto de tudo à essa altura e q mais nada poderia vivenciar. Daí o destino cuida de me surpreender de novo. Mas eu quis, eu pedi. Só não esperava q seria assim... E me assustei.

Amor terno, sossegado assim, nunca vivi. Prá ser perfeito, bastaria sabê-lo correspondido. Mas mesmo assim, esse sentimento continua sendo intenso. Mergulho no mais fundo da minha alma, minha alegria transborda, mas não é o outro a razão. A diferença dessa vez é q ele abriu em mim o canal do amor q posso sentir por mim mesma. Amo o outro pq eu me amo. E eu nunca fui assim.

Romântica incurável, sempre pus nas mãos alheias a minha felicidade. Até sabia q teria q fazer diferente, mas era só alguém chegar e me fazer esquecer de todas as lições já aprendidas.

Daí chega ele, meu impulso me fez avançar. E ele disse "pare". Era prá eu ficar mal, não é? Me sentir rejeitada, ofendida, enfim. Pelo contrário. Uma flor se abriu no jardim do meu peito e o mais doce sentimento emergiu do meu espírito cansado das superficialidades. "Não te quero mas não se vá". Não, não vou nunca mais! Nem q eu tenha q virar freira, monja, santa, ou virgem denovo, nunca mais arrisco de te tirar da minha vida e retornar à vida q eu tinha, tão vazia, tão cheia de sombras. E mesmo sublimando meu desejo, sei q ser feliz será possível. Pq não "preciso" mais ter alguém prá isso. Tudo está nas minhas mãos.

Tenho saudades sim, mas não forço aproximação e nem me angustio com isso como seria outrora. Confio na Força Superior q nos apresentou, sinto q se tiver q ser assim será, e q sempre q precisar, ele sabe onde me encontrar. Já me basta saber q ele existe, está na minha vida e é feliz. E a vida seguirá, de forma mais bonita, por seus Olhos Mediterrâneos.

"... Aprendi a não dormir ao seu lado
E mesmo qndo durmo, é lá q estás..."

Ia'Orana!

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