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sexta-feira, 18 de maio de 2012

"Entre borrachas e apontadores..."

Até quando você vai fugir? Vai fingir que não me olha, que não espera meu abraço, que não espera a hora de mexer no meu cabelo? Até quando vai arrumar desculpas prá me ligar sem ter que dizer o óbvio? Até quando vai disfarçar a alegria de falar comigo? Todos já notaram, será que só você não vê?

O desejo contido querendo sair, a mágica entre nós mesmo nos momentos descontraídos... A situação está quase insuportável tanto prá você quanto prá mim?

Pois hoje, antes que caíssemos no erro mais uma vez, lembrei do dia em que você implorou para que eu não o tentasse. Bom, se é assim que tem que ser, eu fiz o meu melhor. Eu não sei se você entendeu, mas você é inteligente e maduro... Até porque, com tantos afazeres na agenda, você não vai abrir espaço só prá criar esse conflito, não é mesmo?

Preciso de mais afazeres na minha agenda também... Assim penso menos nisso.

Bem, ainda não é pecado se preocupar com um amigo, ou rir puerilmente com ele... Sigamos então brincando na nossa "velha infância", e tudo seguirá como num "trem da alegria". Simbolismos bregas, eu sei. Mas só nós entendemos...



Shalom!

Um comentário:

Arte na parede disse...

Nossa, por estar completamente por dentro da estória que originou esse texto, posso comentar, com todo conhecimento de causa, que jamais antes havia visto palavras conseguirem traduzir exatamente tudo o que precisava ser dito, sem deixar nenhuma lacuna aberta.

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