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sábado, 23 de junho de 2012

As mãos

Olhos que se olham...
Mãos nos cabelos...
A vontade de contar o que é explícito,
de gritar aos 4 ventos a verdade que todos conhecem,
de reafirmar o óbvio...

E quando penso que já tive de tudo, tua mão segura a minha. Eu vou soltando, soltando, devagar como quem não quer. Você segura-me até a ponta do último dedo.

Não, não posso olhar. Se não desisto de ir... 
Mãos nos bolsos, olhos pro chão - assim me vou. E é o que faço de melhor.


Shalom!

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